Parece ter sido há séculos atrás......
quinta-feira, março 13, 2014
quarta-feira, março 05, 2014
SO TRUE
"Housework is perhaps the only political problem in which doing less and not caring are the solution, where apathy is the most progressive and sensible attitude. Fifty years ago, it was perfectly normal to iron sheets and to vacuum drapes. They were “necessary” tasks. The solution to the inequality of dusting wasn’t dividing the dusting; it was not doing the dusting at all.
The solution to the gender divide in housework generally is just that simple: don’t bother. Leave the stairs untidy. Don’t fix the garden gate. Fail to repaint the peeling ceiling. Never make the bed.
A clean house is the sign of a wasted life, truly. Hope is messy: Eventually we’ll all be living in perfect egalitarian squalor. "
sexta-feira, fevereiro 14, 2014
Autor desconhecido
"I would have loved to be somebody but I should have been
more specific"
Esta frase desde que a li tem ecoado na minha cabeça com
muita força. Desde muito cedo que sinto o mesmo e sempre a imagem presente de
duas folhas a cairem de uma árvore e que
QUASE se tocam mas não isto chega a acontecer. Uma folha é a da banalidade, a
outra seria a do somebody. Cairam no chão e não houve contacto mas foi por tão
pouco……………………………
sábado, dezembro 28, 2013
NATAL/(RE)NASCIMENTO/Renovação
Cada Natal, cada momento de silêncio junto do presépio ou o que vamos fazendo dele me faz pensar tanto, voltar tanto atrás, tentar ir tão à frente que fico tão confusa e me perco até mais um Natal. Parece-me tão simples reduzirmo-nos ao que verdadeiramente é essencial. Porque não consigo? O que me trava, o que me impede?! E é sempre assim, com tanta pena minha.
É como se por vezes a vida me passasse ao lado e por tão curta distância, ficando eu a pouquíssimos milímetros (per un pelo, diria o meu Pai) de ver o caminho certo da luz e da paz. Poucas vezes A vejo e assim a vida é sempre agitada demais, tornando-se por vezes quase insuportável. Pois é, por vezes é assim que me sinto e estranhamente em alturas de Natal onde perante tanta simplicidade mas tanta intensidade, sinto que tudo à roda parece querer "complexar-se". Que pena, parece-me tão fácil......
É como se por vezes a vida me passasse ao lado e por tão curta distância, ficando eu a pouquíssimos milímetros (per un pelo, diria o meu Pai) de ver o caminho certo da luz e da paz. Poucas vezes A vejo e assim a vida é sempre agitada demais, tornando-se por vezes quase insuportável. Pois é, por vezes é assim que me sinto e estranhamente em alturas de Natal onde perante tanta simplicidade mas tanta intensidade, sinto que tudo à roda parece querer "complexar-se". Que pena, parece-me tão fácil......
domingo, dezembro 01, 2013
quarta-feira, outubro 02, 2013
Stuff on top of stuff (literally)
Tantos dias passaram, tantos sentimentos cresceram, uns ficaram do outro lado do Atlântico, outros cruzaram-no, mas aqui estou. We made it! Até me atreveria a dizer, não fora o estado de exaustão, que o saldo é positivo. Tem que ser, essa é a verdade. Sempre me vem à memória o sentimento que tive no início da nossa digressão de que no regresso teríamos a obrigação moral de sermos melhores de, à nossa dimensão, podermos fazer uma pequenina diferença na sociedade. Dessa forma retribuiríamos o privilégio que tivemos.
A vida tem que ser BEM cumprida, senão não vale a pena. No meio desta quase alucinação que tem sido o regresso ao trabalho, horários excessivamente longos, trânsito urbano, tarefas domésticos no topo de um dia too looooooong, por vezes perco-me e quase me fundo com o oceano. Outras alturas há em que vislumbro o rio ao fundo de uma rua, uma casa bonita, sou super bem recebida ao chegar a casa que,................nessas alturas tudo vale a pena:
http://act.storyofstuff.org/page/s/growing-solutions
A vida tem que ser BEM cumprida, senão não vale a pena. No meio desta quase alucinação que tem sido o regresso ao trabalho, horários excessivamente longos, trânsito urbano, tarefas domésticos no topo de um dia too looooooong, por vezes perco-me e quase me fundo com o oceano. Outras alturas há em que vislumbro o rio ao fundo de uma rua, uma casa bonita, sou super bem recebida ao chegar a casa que,................nessas alturas tudo vale a pena:
http://act.storyofstuff.org/page/s/growing-solutions
sexta-feira, agosto 16, 2013
quinta-feira, agosto 08, 2013
quinta-feira, agosto 01, 2013
quinta-feira, maio 30, 2013
Alanton Elementary School 2011-2012
Dear Parents
We give you back your children, the same children you confidently entrusted to our
care last fall. We give them back pounds heavier,inches taller, months wiser, more
responsible, and more mature than they were then.
Although they would have attained their growth in spite of us, it has been our pleasure and privilege to watch their personalities unfold day by day and marvel this splendid miracle of development.
We give them back reluctantly, for having spent nine months together in the narrow confines of a crowded classroom, we have grown close, have become a part of each other, and we shall always retain a little of each other.
Ten years from now if we meet on the street, your child and one of us, a light will shine in our eyes, a smile to our lips, and we shall feel the bond of understanding once more, this bond we feel today.
We have lived, loved, laughed, played, studied, learned, and enriched our lives together this year. We wish it could go on indefinitely, but give them back we must. Take care of them, for they are precious.
Remember that we shall always be interested in your children and their destiny, wherever they go, whatever they do, whoever they become. Their joys and sorrows we'll be happy to share.
We shall always be their friend. Love,
The 5th grade teachers
Although they would have attained their growth in spite of us, it has been our pleasure and privilege to watch their personalities unfold day by day and marvel this splendid miracle of development.
We give them back reluctantly, for having spent nine months together in the narrow confines of a crowded classroom, we have grown close, have become a part of each other, and we shall always retain a little of each other.
Ten years from now if we meet on the street, your child and one of us, a light will shine in our eyes, a smile to our lips, and we shall feel the bond of understanding once more, this bond we feel today.
We have lived, loved, laughed, played, studied, learned, and enriched our lives together this year. We wish it could go on indefinitely, but give them back we must. Take care of them, for they are precious.
Remember that we shall always be interested in your children and their destiny, wherever they go, whatever they do, whoever they become. Their joys and sorrows we'll be happy to share.
We shall always be their friend. Love,
The 5th grade teachers
domingo, dezembro 09, 2012
segunda-feira, setembro 17, 2012
Um apelo firme e a doce sabedoria (espacial e temporal)
A distância e a idade permitem uma simbiose engraçada. A
idade faz-nos certamente mais moderados, mais sensatos e permite-nos valorizar
verdadeiramente o que é importante. Por outro lado e uma vez que na maioria das
vezes nos impede de ver com clareza o que está perto, faz-nos ver mais
além…………………A acrescentar a este fenómeno biológico natural e sem retrocesso,
uma vez que estou longe do dia-a-dia português, essa distância e acuidade têm
aumentado também (que privilégio ter acesso a esta fonte de sabedoria nesta
fase da vida).
Se pudesse resumir o que defendo diria:
Sonho com um país em que os governantes defendam
verdadeiramente os interesses dos cidadãos que os elegem, sem interesses
escondidos;
Sonho com um país onde a aposta seja a total e absoluta
transparência de pensamentos e acções;
Sonho ainda com um país com um excelente sistema de
educação, um excelente sistema de saúde e um excelente sistema de justiça, tudo
financiado com os impostos dos cidadãos.
Defendo que Portugal deveria fechar para balanço -
FECHADO PARA BALANÇO (PROFUNDO) - Pura e simplesmente. Os políticos deveriam
TODOS, sem nenhuma excepção, fazer um processo de reabilitação moral e cívica
junto da sociedade civil. Aí sem lobbies, partidos por trás, cartões de
crédito, carros de serviço, ajudas de custo e todas as mordomias de que há
décadas usufruem, teriam que mostrar para que prestam, em que podem ser
verdadeiramente úteis à sociedade. Hão-te ter um dom qualquer, disso tenho a
certeza.
Meu Deus parece tão fácil?! Porque será que há décadas
que nos afastamos de forma cada vez mais assustadora do que é importante para o
nosso próprio bem-estar?! Por vezes interrogo-me se a classe política não
poderia pura e simplesmente desaparecer e ser ocupada por cidadãos comuns,
empenhados na defesa do bem público, ricamente preenchidos por experiências
profissionais e familiares que connosco partilhassem? Será que não é possível?
Será que já estamos tão presos a tais de interesses que já não o sabemos fazer?
Não acredito pois é doloroso demais sequer conceber estas ideias.
Por favor quem não se identifica com estes mandamentos
que se afaste e se junte à sociedade civil onde, diluindo-se, reaprenda a
viver.
Por favor deixem-nos reconstruir um país com um orgulho
que já existiu, com ideais acima do simples enriquecimento pessoal, um país
onde possamos sorrir com cumplicidade e orgulho face a uma medida de sucesso de
quem nos governe, um país que veja mais e mais além. Sinto que temos muito
desejo de concretizar todos estes “sonhos”, agora mais do que nunca.
quarta-feira, abril 11, 2012
sexta-feira, fevereiro 17, 2012
USA
Getting old
Por qualquer razão que desconheço, há meses esta música não me sai da cabeça
WHEN I'AM SIXTY-FOUR (64)
When I get older losing my hair,
Many years from now,
Will you still be sending me a valentine
Birthday greetings bottle of wine?
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door,
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
oo oo oo oo oo oo oo oooo
You'll be older too, (ah ah ah ah ah)
And if you say the word,
I could stay with you.
I could be handy mending a fuse
When your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride.
Doing the garden, digging the weeds,
Who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too drear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera, Chuck, and Dave
Send me a postcard, drop me a line,
Stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, Wasting Away.
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
Many years from now,
Will you still be sending me a valentine
Birthday greetings bottle of wine?
If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door,
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
oo oo oo oo oo oo oo oooo
You'll be older too, (ah ah ah ah ah)
And if you say the word,
I could stay with you.
I could be handy mending a fuse
When your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride.
Doing the garden, digging the weeds,
Who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too drear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera, Chuck, and Dave
Send me a postcard, drop me a line,
Stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, Wasting Away.
Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?
terça-feira, outubro 25, 2011
Outono

Seria bom que a nossa relação com os blogues fosse como com os amigos de longa data, sem silêncios embaraçosos, uma relação em que quase não são necessárias palavras, uma partilha de amizade mas sobretudo uma cumplicidade à prova de tudo. Há meses que pouco ou nada escrevo o que não signifique que não magique, ao pormenor, o que me apetece escrever por aqui. Creio que as ideias são tantas que até se alinham direitinhas dentro da minha cabeça. No entanto os dias vão passando e nada lhe digo e claro, acumulam-se silêncios e a sensação de a ausência ser tão longa que talvez já não valha a pena………………. Será que ele me perdoa e me devolve algum tipo de eloquência?
Começou verdadeiramente o Outono em Virginia Beach e com ele uma serenidade que o Verão nem sempre permite (de manhã por vezes mas nem sempre, e é preciso procurar com algum cuidado para não a assustar). Dias lindos, frios de manhã e ao final da tarde mas quentes o suficiente no meio destas brisas que lentamente já vão anunciando o inverno.
Neste Outono, no entanto, tenho tido dificuldade em fundir-me com o que a natureza me propõe. E pergunto-me, insistentemente, porquê? Procuro, procuro e nada encontro. Há dias pareceu-me vislumbrar alguma ansiedade no estabelecimento/manutenção de uma relação responsável, madura e terna com o meu filho Francisco. No meio de um imenso turbilhão de sentimentos acabei por achar que de facto o género masculino encerra para mim mistérios que talvez jamais consiga deslindar. Sinto isto com mais força no meu filho Francisco. Mas no meu próprio filho com 10 anos?! Será possível? Com as minhas filhas raparigas tenho também muitas vezes fúrias mas no final o comprimento de onda é o mesmo e por isso o diálogo flui sempre. Esta questão fulcral da vida da maioria dos homens que é permanentemente porem-se à prova mostrando que são melhores do que os outros pura e simplesmente aniquila-me. Lembro-me de ler em tempos que os rapazes tinham quase todos eles um crescimento algo penoso pois cheio de permanentes desafios, concursos, provas, não acompanhado de demostrações de afecto pois isso exclui-lo-ia dos ditos concursos ou provas. Não percebo, não gosto e não quereria nada “disto”. Mas não se pode ser diferente sendo ainda homem?! Ecoa sempre dentro de mim a minha própria voz a garantir peremptoriamente que sem qualquer espécie de dúvida seria a melhor mãe do Mundo. Como isso agora me parece distante e difícil de “implementar”.
Por isso neste Outono a serenidade tem-me obrigado a olhar demais para dentro de mim própria e isso, claro, tem muito que se lhe diga mas fundamentalmente deixa-me imensamente ansiosa. Desejo que o cair das folhas e a renovação que isso traz também a mim me renove.
quarta-feira, setembro 07, 2011
segunda-feira, agosto 08, 2011
Um texto bonito e de que gosto muito
"Um dia conheci-te e amei-te pois gostavas de mim como eu era, diferente de ti e foi assim que fomos crescendo e nos complementando. Por qq razão foste deixando de gostar de mim, querendo que eu fosse como tu, dizendo que te desrespeitava sendo diferente. Tenho a certeza que dentro de ti sabes como tenho orgulho no que fazes e no que defendes embora nem sempre concordando inteiramente.
Tenho para mim que qq relação só pode ser baseada no respeito mutuo e isso obviamente implica respeitar a opinião de quem se ama ainda que pontualmente e diametralmente, oposta da nossa.
Gostava de saber que impulsos te movem para que queiras que te assemelhe? Não sou como tu e nunca serei pois dessa forma então deixarei de ser eu no entanto, amo-te................"
Tenho para mim que qq relação só pode ser baseada no respeito mutuo e isso obviamente implica respeitar a opinião de quem se ama ainda que pontualmente e diametralmente, oposta da nossa.
Gostava de saber que impulsos te movem para que queiras que te assemelhe? Não sou como tu e nunca serei pois dessa forma então deixarei de ser eu no entanto, amo-te................"
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Passagens do tempo e de sentimentos
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