Sexta-feira, Fevereiro 17, 2012

USA

Passámos hoje a barreira de metade desta nossa aventura pelo Novo Mundo……..…….

Tanto há para contar, aprender e pensar que o melhor mesmo é o silêncio e a introspecção que ele proporciona.

Getting old

Por qualquer razão que desconheço, há meses esta música não me sai da cabeça

WHEN I'AM SIXTY-FOUR (64)
When I get older losing my hair,
Many years from now,
Will you still be sending me a valentine
Birthday greetings bottle of wine?

If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door,
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?

oo oo oo oo oo oo oo oooo
You'll be older too, (ah ah ah ah ah)
And if you say the word,
I could stay with you.

I could be handy mending a fuse
When your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride.

Doing the garden, digging the weeds,
Who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?

Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too drear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera, Chuck, and Dave

Send me a postcard, drop me a line,
Stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, Wasting Away.

Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?

Terça-feira, Outubro 25, 2011

Outono


Seria bom que a nossa relação com os blogues fosse como com os amigos de longa data, sem silêncios embaraçosos, uma relação em que quase não são necessárias palavras, uma partilha de amizade mas sobretudo uma cumplicidade à prova de tudo. Há meses que pouco ou nada escrevo o que não signifique que não magique, ao pormenor, o que me apetece escrever por aqui. Creio que as ideias são tantas que até se alinham direitinhas dentro da minha cabeça. No entanto os dias vão passando e nada lhe digo e claro, acumulam-se silêncios e a sensação de a ausência ser tão longa que talvez já não valha a pena………………. Será que ele me perdoa e me devolve algum tipo de eloquência?

Começou verdadeiramente o Outono em Virginia Beach e com ele uma serenidade que o Verão nem sempre permite (de manhã por vezes mas nem sempre, e é preciso procurar com algum cuidado para não a assustar). Dias lindos, frios de manhã e ao final da tarde mas quentes o suficiente no meio destas brisas que lentamente já vão anunciando o inverno.

Neste Outono, no entanto, tenho tido dificuldade em fundir-me com o que a natureza me propõe. E pergunto-me, insistentemente, porquê? Procuro, procuro e nada encontro. Há dias pareceu-me vislumbrar alguma ansiedade no estabelecimento/manutenção de uma relação responsável, madura e terna com o meu filho Francisco. No meio de um imenso turbilhão de sentimentos acabei por achar que de facto o género masculino encerra para mim mistérios que talvez jamais consiga deslindar. Sinto isto com mais força no meu filho Francisco. Mas no meu próprio filho com 10 anos?! Será possível? Com as minhas filhas raparigas tenho também muitas vezes fúrias mas no final o comprimento de onda é o mesmo e por isso o diálogo flui sempre. Esta questão fulcral da vida da maioria dos homens que é permanentemente porem-se à prova mostrando que são melhores do que os outros pura e simplesmente aniquila-me. Lembro-me de ler em tempos que os rapazes tinham quase todos eles um crescimento algo penoso pois cheio de permanentes desafios, concursos, provas, não acompanhado de demostrações de afecto pois isso exclui-lo-ia dos ditos concursos ou provas. Não percebo, não gosto e não quereria nada “disto”. Mas não se pode ser diferente sendo ainda homem?! Ecoa sempre dentro de mim a minha própria voz a garantir peremptoriamente que sem qualquer espécie de dúvida seria a melhor mãe do Mundo. Como isso agora me parece distante e difícil de “implementar”.

Por isso neste Outono a serenidade tem-me obrigado a olhar demais para dentro de mim própria e isso, claro, tem muito que se lhe diga mas fundamentalmente deixa-me imensamente ansiosa. Desejo que o cair das folhas e a renovação que isso traz também a mim me renove.

Quarta-feira, Setembro 07, 2011

Já 15 anos?!!!!!




Extraordinário caminho de partilha e apreendizagem

Segunda-feira, Agosto 08, 2011

Um texto bonito e de que gosto muito

"Um dia conheci-te e amei-te pois gostavas de mim como eu era, diferente de ti e foi assim que fomos crescendo e nos complementando. Por qq razão foste deixando de gostar de mim, querendo que eu fosse como tu, dizendo que te desrespeitava sendo diferente. Tenho a certeza que dentro de ti sabes como tenho orgulho no que fazes e no que defendes embora nem sempre concordando inteiramente. 
Tenho para mim que qq relação só pode ser baseada no respeito mutuo e isso obviamente implica respeitar a opinião de quem se ama ainda que pontualmente e diametralmente, oposta da nossa.
Gostava de saber que impulsos te movem para que queiras que te assemelhe? Não sou como tu e nunca serei pois dessa forma então deixarei de ser eu no entanto, amo-te................"

Quarta-feira, Julho 13, 2011

Maui - Hawaii



Os meus três "pássaros" pelas bandas do Pacífico. Aqui é verdadeiramente um desporto nacional, só fiquei foi cheia de inveja de não ter eu própria tentado. Grande divertimento.

Segunda-feira, Junho 06, 2011

Teca nos USA




"Thank you for sharing her with us". Frase tão bonita que me disse a professora da Teresa quando nos despedidos no final deste ano académico. Este ano tão rico e com tantos obstáculos iniciais para os meus 3 filhos mas que todos, cada um à sua maneira, transpôs tão bem.

Domingo, Maio 08, 2011

Spring Time


A primavera chegou e em toda a sua pujança. Dias lindos e longos. Milhares de pássaros a voarem e a cantarem desde manhã (muito cedo - "early birds" mesmo). Nunca como até agora tinha sentido qualquer interesse pela capacidade de identificar pássaros pelo seu canto mas agora, surpresa das surpresas sim................... e já consigo identicar gansos e "cardinals".