quinta-feira, maio 30, 2013

Alanton Elementary School 2011-2012

Dear Parents


We give you back your children, the same children you confidently entrusted to our care last fall. We give them back pounds heavier,inches taller, months wiser, more responsible, and more mature than they were then.

Although they would have attained their growth in spite of us, it has been our pleasure and privilege to watch their personalities unfold day by day and marvel this splendid miracle of development.

We give them back reluctantly, for having spent nine months together in the narrow confines of a crowded classroom, we have grown close, have become a part of each other, and we shall always retain a little of each other.

Ten years from now if we meet on the street, your child and one of us, a light will shine in our eyes, a smile to our lips, and we shall feel the bond of understanding once more, this bond we feel today.

We have lived, loved, laughed, played, studied, learned, and enriched our lives together this year. We wish it could go on indefinitely, but give them back we must. Take care of them, for they are precious.

Remember that we shall always be interested in your children and their destiny, wherever they go, whatever they do, whoever they become. Their joys and sorrows we'll be happy to share.

We shall always be their friend. Love,

The 5th grade teachers 

domingo, dezembro 09, 2012



BAIA DE CHESAPEAKE - LAND WITH a VIEW

Em tempos idos passeie todos os dias por aqui. Agora está reservado a passeios de fins-de-semana e de bicicleta mas de cada vez que aqui volto a minha alma fica melhor, that's for sure.

segunda-feira, setembro 17, 2012

Um apelo firme e a doce sabedoria (espacial e temporal)







A distância e a idade permitem uma simbiose engraçada. A idade faz-nos certamente mais moderados, mais sensatos e permite-nos valorizar verdadeiramente o que é importante. Por outro lado e uma vez que na maioria das vezes nos impede de ver com clareza o que está perto, faz-nos ver mais além…………………A acrescentar a este fenómeno biológico natural e sem retrocesso, uma vez que estou longe do dia-a-dia português, essa distância e acuidade têm aumentado também (que privilégio ter acesso a esta fonte de sabedoria nesta fase da vida).

Se pudesse resumir o que defendo diria:

Sonho com um país em que os governantes defendam verdadeiramente os interesses dos cidadãos que os elegem, sem interesses escondidos;

Sonho com um país onde a aposta seja a total e absoluta transparência de pensamentos e acções;

Sonho ainda com um país com um excelente sistema de educação, um excelente sistema de saúde e um excelente sistema de justiça, tudo financiado com os impostos dos cidadãos.

Defendo que Portugal deveria fechar para balanço - FECHADO PARA BALANÇO (PROFUNDO) - Pura e simplesmente. Os políticos deveriam TODOS, sem nenhuma excepção, fazer um processo de reabilitação moral e cívica junto da sociedade civil. Aí sem lobbies, partidos por trás, cartões de crédito, carros de serviço, ajudas de custo e todas as mordomias de que há décadas usufruem, teriam que mostrar para que prestam, em que podem ser verdadeiramente úteis à sociedade. Hão-te ter um dom qualquer, disso tenho a certeza.

Meu Deus parece tão fácil?! Porque será que há décadas que nos afastamos de forma cada vez mais assustadora do que é importante para o nosso próprio bem-estar?! Por vezes interrogo-me se a classe política não poderia pura e simplesmente desaparecer e ser ocupada por cidadãos comuns, empenhados na defesa do bem público, ricamente preenchidos por experiências profissionais e familiares que connosco partilhassem? Será que não é possível? Será que já estamos tão presos a tais de interesses que já não o sabemos fazer? Não acredito pois é doloroso demais sequer conceber estas ideias.

Por favor quem não se identifica com estes mandamentos que se afaste e se junte à sociedade civil onde, diluindo-se, reaprenda a viver. 

Por favor deixem-nos reconstruir um país com um orgulho que já existiu, com ideais acima do simples enriquecimento pessoal, um país onde possamos sorrir com cumplicidade e orgulho face a uma medida de sucesso de quem nos governe, um país que veja mais e mais além. Sinto que temos muito desejo de concretizar todos estes “sonhos”, agora mais do que nunca.


quarta-feira, abril 11, 2012

O meu carro


How can you stay away from a (car) plate like this?!

sexta-feira, fevereiro 17, 2012

USA

Passámos hoje a barreira de metade desta nossa aventura pelo Novo Mundo……..…….

Tanto há para contar, aprender e pensar que o melhor mesmo é o silêncio e a introspecção que ele proporciona.

Getting old

Por qualquer razão que desconheço, há meses esta música não me sai da cabeça

WHEN I'AM SIXTY-FOUR (64)
When I get older losing my hair,
Many years from now,
Will you still be sending me a valentine
Birthday greetings bottle of wine?

If I'd been out till quarter to three
Would you lock the door,
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?

oo oo oo oo oo oo oo oooo
You'll be older too, (ah ah ah ah ah)
And if you say the word,
I could stay with you.

I could be handy mending a fuse
When your lights have gone.
You can knit a sweater by the fireside
Sunday mornings go for a ride.

Doing the garden, digging the weeds,
Who could ask for more?
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?

Every summer we can rent a cottage
In the Isle of Wight, if it's not too drear
We shall scrimp and save
Grandchildren on your knee
Vera, Chuck, and Dave

Send me a postcard, drop me a line,
Stating point of view.
Indicate precisely what you mean to say
Yours sincerely, Wasting Away.

Give me your answer, fill in a form
Mine for evermore
Will you still need me, will you still feed me,
When I'm sixty-four?

terça-feira, outubro 25, 2011

Outono


Seria bom que a nossa relação com os blogues fosse como com os amigos de longa data, sem silêncios embaraçosos, uma relação em que quase não são necessárias palavras, uma partilha de amizade mas sobretudo uma cumplicidade à prova de tudo. Há meses que pouco ou nada escrevo o que não signifique que não magique, ao pormenor, o que me apetece escrever por aqui. Creio que as ideias são tantas que até se alinham direitinhas dentro da minha cabeça. No entanto os dias vão passando e nada lhe digo e claro, acumulam-se silêncios e a sensação de a ausência ser tão longa que talvez já não valha a pena………………. Será que ele me perdoa e me devolve algum tipo de eloquência?

Começou verdadeiramente o Outono em Virginia Beach e com ele uma serenidade que o Verão nem sempre permite (de manhã por vezes mas nem sempre, e é preciso procurar com algum cuidado para não a assustar). Dias lindos, frios de manhã e ao final da tarde mas quentes o suficiente no meio destas brisas que lentamente já vão anunciando o inverno.

Neste Outono, no entanto, tenho tido dificuldade em fundir-me com o que a natureza me propõe. E pergunto-me, insistentemente, porquê? Procuro, procuro e nada encontro. Há dias pareceu-me vislumbrar alguma ansiedade no estabelecimento/manutenção de uma relação responsável, madura e terna com o meu filho Francisco. No meio de um imenso turbilhão de sentimentos acabei por achar que de facto o género masculino encerra para mim mistérios que talvez jamais consiga deslindar. Sinto isto com mais força no meu filho Francisco. Mas no meu próprio filho com 10 anos?! Será possível? Com as minhas filhas raparigas tenho também muitas vezes fúrias mas no final o comprimento de onda é o mesmo e por isso o diálogo flui sempre. Esta questão fulcral da vida da maioria dos homens que é permanentemente porem-se à prova mostrando que são melhores do que os outros pura e simplesmente aniquila-me. Lembro-me de ler em tempos que os rapazes tinham quase todos eles um crescimento algo penoso pois cheio de permanentes desafios, concursos, provas, não acompanhado de demostrações de afecto pois isso exclui-lo-ia dos ditos concursos ou provas. Não percebo, não gosto e não quereria nada “disto”. Mas não se pode ser diferente sendo ainda homem?! Ecoa sempre dentro de mim a minha própria voz a garantir peremptoriamente que sem qualquer espécie de dúvida seria a melhor mãe do Mundo. Como isso agora me parece distante e difícil de “implementar”.

Por isso neste Outono a serenidade tem-me obrigado a olhar demais para dentro de mim própria e isso, claro, tem muito que se lhe diga mas fundamentalmente deixa-me imensamente ansiosa. Desejo que o cair das folhas e a renovação que isso traz também a mim me renove.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Já 15 anos?!!!!!




Extraordinário caminho de partilha e apreendizagem

segunda-feira, agosto 08, 2011

Um texto bonito e de que gosto muito

"Um dia conheci-te e amei-te pois gostavas de mim como eu era, diferente de ti e foi assim que fomos crescendo e nos complementando. Por qq razão foste deixando de gostar de mim, querendo que eu fosse como tu, dizendo que te desrespeitava sendo diferente. Tenho a certeza que dentro de ti sabes como tenho orgulho no que fazes e no que defendes embora nem sempre concordando inteiramente. 
Tenho para mim que qq relação só pode ser baseada no respeito mutuo e isso obviamente implica respeitar a opinião de quem se ama ainda que pontualmente e diametralmente, oposta da nossa.
Gostava de saber que impulsos te movem para que queiras que te assemelhe? Não sou como tu e nunca serei pois dessa forma então deixarei de ser eu no entanto, amo-te................"

quarta-feira, julho 13, 2011

Maui - Hawaii



Os meus três "pássaros" pelas bandas do Pacífico. Aqui é verdadeiramente um desporto nacional, só fiquei foi cheia de inveja de não ter eu própria tentado. Grande divertimento.

segunda-feira, junho 06, 2011

Teca nos USA




"Thank you for sharing her with us". Frase tão bonita que me disse a professora da Teresa quando nos despedidos no final deste ano académico. Este ano tão rico e com tantos obstáculos iniciais para os meus 3 filhos mas que todos, cada um à sua maneira, transpôs tão bem.

domingo, maio 08, 2011

Spring Time


A primavera chegou e em toda a sua pujança. Dias lindos e longos. Milhares de pássaros a voarem e a cantarem desde manhã (muito cedo - "early birds" mesmo). Nunca como até agora tinha sentido qualquer interesse pela capacidade de identificar pássaros pelo seu canto mas agora, surpresa das surpresas sim................... e já consigo identicar gansos e "cardinals".

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

lessons to learn



UMA MATRICULA DE UM CARRO OFICIAL

Viajar e lidar de perto com realidades muito distintas das nossas sempre me fascinou. Fascina-me, creio, pela mera curiosidade de observar o dia-a-dia dos “outros” mas também pelo facto de sentir que podemos (e devemos) beber daquilo que de bom se faz fora de Portugal. Os EUA apesar de estarem incluídos nas chamadas civilizações ocidentais são muitíiiiisimo diferentes dos europeus. Desta minha experiência americana sinto quase como obrigação moral tirar o maior número de exemplos positivos norte-americanos e ter a sabedoria e a maturidade para os integrar na minha vida. Esta é definitivamente a maior lição que tenho aprendido. Um exemplo: será que este pequeno (grande) sinal de seriedade imporia mais respeito pelo bem comum? Eventualmente sim. Aqui toda a gente cumpre e sem qualquer ambiguidade ou sequer dificuldade..............

CARPACCIO

Em honra da minha querida Miss Pearls



Após alguns meses de busca e sucessivas explicações (isto aqui não é Nova York), conseguimos descobrir um "country butcher" que até tem uma "deli slicer" e que por isso nos preparou uma magnífica carne para carpaccio. Tudo o resto está tudo devidamente identificado e só à espera de vossa excelência para partilhar connosco a dita iguaria. Certamente que será recebida o melhor que soubermos.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

O tempo e a sabedoria que sempre nos transmite

Por coincidência no dia dos 12 anos da Clarinha

Que uma conversa destas exige lentidão, previne-o o passo célebre das "Confissões" de Santo Agostinho: «Que é, pois, o tempo? Se ninguém me pergunta, eu o sei; se desejo explicar a quem o pergunta, não o sei».
Sabemos que somos feitos de tempo, de idades, de cronometrias visíveis e invisíveis, de estações…
Sabemos que o tempo é a argila da vida. Do incomensurável oceano ao sucinto regato, da minúscula pedra ao elevado rochedo, da planta solitária ao vastíssimo bosque, tudo tem no tempo uma chave indispensável. Também nós somos modelados e lavrados, instante a instante, pelos instrumentos do tempo. Por vezes de um modo tão delicado que nem sentimos como ele, irreversível, desliza dentro e fora de nós. Por vezes, atormentando-nos claramente a sua voracidade, sentindo-nos perdidos na sua obsidiante vertigem.

Que é, pois, o tempo?

Nós dizemos, repetindo um provérbio que os latinos já usavam, que o tempo voa (tempus fugit). De facto, tudo o que é humano é feito de tempo, mas a experiência que mais vezes nos ocorre é a de não termos tempo. «Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante para ti», explicou a raposa ao Principezinho. Há uma qualidade de relação que só se obtém no tempo partilhado. Por alguma razão, esse raro Mestre de humanidade chamado Jesus, disse: «Se alguém te pede para o acompanhares durante uma milha, anda com ele duas». Só com tempo descobrimos tanto o sentido e a relevância da nossa marcha ao lado dos outros, como o da nossa própria caminhada interior. Sem tempo tornamo-nos desconhecidos. Sem tempo falamos, mas não escutamos. Repetimos, mas não inventamos. Consumimos, mas não saboreamos. É verdade que mesmo num rápido relance se pode alcançar muita coisa, mas normalmente escapa-nos o detalhe. E Deus habita o detalhe.

Gosto muito do «Poema do Tempo» que vem no livro bíblico do Eclesiastes, pois nos expõe à consciência de que o tempo é uma arte que realmente possuímos e que somos chamados a desenvolver com sabedoria. Não é verdade que não temos tempo. A nossa vida está cheia de tempos. Precisamos identificá-los e tratar deles, como quem cuida de um tesouro. Não é a quantidade de tempo o mais determinante. Importante é perguntar-se o que fazemos do tempo e investir aí a matéria dos nossos sonhos.

«Para tudo há um momento e um tempo para cada coisa que se deseja debaixo do céu:
tempo para nascer e tempo para morrer,
tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou,
tempo para matar e tempo para curar,
tempo para destruir e tempo para edificar,
tempo para chorar e tempo para rir,
tempo para se lamentar e tempo para dançar,
tempo para atirar pedras e tempo para as ajuntar,
tempo para abraçar e tempo para afastar o abraço,
tempo para procurar e tempo para perder,
tempo para guardar e tempo para atirar fora,
tempo para rasgar e tempo para coser,
tempo para calar e tempo para falar,
tempo para amar e tempo para recusar,
tempo para guerra e tempo para paz.»


José Tolentino Mendonça
In Diário de Notícias da Madeira
02.01.11

quarta-feira, outubro 27, 2010

Fall Festival














Outono em VB
Observamos maravilhados este passado fim-de-semana em que fomos todos visitar Jamestown e Williamsburg. O de casa todos os dias, gratos, presenciamos. Uma fabulosa gradação de cor de vinho, encarnado, carmim e amarelo. Lindo.

sábado, outubro 16, 2010

"Guerra/Paz de sexos" - filhos e mães

Agora depois de ter tomado em mãos esta tarefa herculea de pôr o Francisco a ler bem inglês e de lhe enriquecer o vocabulário nesta mesma lingua (eu a quem também umas lições só me faziam era bem), todos os fins de tarde, faça chuva ou faça sol, com protestos das manas ou sem eles, nos sentamos os dois a ler um fantástico livro de "social studies" quase excluisvamente dedicado à história do estado da Virginia. Alguns progressos mas poucos, for the time being. Hoje ficamos os dois sozinhos pois resto da familia tinha ido buscar uma das avós que nos veio visitar. Após o já habitual momento de leitura, o que fazer? Eu queria ler, ele jogar computador, eu queria ver um program de bichos, ele wrestling. "A mãe quer jogar voley?" "E xadrez?" "E uns penalties lá fora?" "Oh Francisco..........isso não me apetece muito". "Oh mãe é que a mãe não interage muito!" Anda uma mãe a penar anos a fio para ouvir isto!

A minha amiga



Há semanas que esta aranha vive próximo do sitio onde me sento a ler jornais online, blogar, mandar emails, agendar esta minha nova vida, enfim tudo o que tenho feito neste secretária nestas últimas semanas. E é extraordinário pois se não soubesse diria que não é verdade pois ela aparece, vê-me e esconde-se de novo e assim ficamos durante alguns minutos até eu desistir pois ela nunca o faz. É uma verdadeira interacção. Achei que se tinha ido embora mas há dias, vendo-a a espreitar, consegui surpreendê-la neste maravilhoso grande plano. Para além de tudo tem esta "cara" fantástica. O que lhe acontecerá agora que o frio começou?

quinta-feira, setembro 02, 2010

Casa


Esta é a nossa fantástica casa onde um pouco de tudo se tem passado. Neste momento em alerta para o Earl, um furacão que teima em se aproximar.

Grande experiência esta de mudar de país e continente!

segunda-feira, agosto 30, 2010

VB - USA


Muito muito há para dizer around here. Vida totalmente nova mas o que talvez nos marque mais é a força da floresta ao lado de nossa casa. Esta imagem foi recolhida esta manhã nos preparativos para a escola. Antes estavam neste mesmo sítio, um esquilo, um pássaro a tentar aterrar para também tomar o seu belo pequeno-almoço e um coelho na relva a pastar.